Diversidade do campesinato Expressões e categorias
Por: Pietrafesa de Godoy, Emilia
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Colaborador(es): Menezes, Marilda Aparecida de
| Acevedo Marin, Rosa
| IICA, Brasília, D.F. (Brasil)
| Ministerio do Desenvolvimento Agrario (MDA) Brasilia, Brasil
| – Apoio às Políticas e à Participação Social no Desenvolvimento Rural Sustentável
| Eje Transversal Innovación y Tecnología (ETIT)
| Programa de Desarrollo Territorial y Agricultura Familiar (PDTAF)
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Tipo de material:
TextoSeries Coleção História Social do Campesinato no Brasil.Editor: Sao Paulo, Brasil Editora UNESP NEAD 2009Descripción: Volumen 1 337 p.; Volumen 2 331 p. pdf.ISBN: 978-85-7139-955-6; 978-85-7139-968-6.Tema(s): classe camponesa AGRICULTURA| Tipo de ítem | Ubicación actual | Colección | Signatura | Estado | Fecha de vencimiento | Código de barras |
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Documento digital
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Representação Brasil | Colección IICA | IICA E50 (Navegar estantería) | Disponible | CDBR17069060 | |
Documento impreso
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Sede Central | Colección IICA | IICA E50-993 (Navegar estantería) | Disponible | BVE3161600009308 |
La Biblioteca posee el v.1 ê Construções identitárias e sociabilidades, y el v. 2 Estratégias de reprodução social
Sumário: I Cultura e sociabilidades. 1 O trabalho como festa: algumas imagens e palavras sobre o trabalho compânes acompanhado de canto e festa. 2 Patativa do Assaré: eu canto o sertão que é meu. 3 Um mundo encantado: memória e oralidade no sertão do Seridó. 4 Catolicismo, religiosidade e cultura popular entre pescadores e camponeses na Amazânia Oriental. 5 A festa de Nossa Senhora do Rosário: identidades construídas, identidades em construção. 6 Doce dádiva: a Festa do Chouriço. 7 Agricultores de origem alemã: trabalho e vida. II Identidades e territorialidades. 8 Metamorfoses de um campesinato nos Baixo Amazonas e Baixo Xingu paraenses. 9 Quilombolas na ilha de Marajó: território e organização política. 10 Condição camponesa e novas identidades entre remanescentes de quilombos no Vale do Ribeira de Iguape. 11 O acamponesamento como sinânimo de aquilombamento: o amálgama entre resistência racial e resistência camponesa em comunidades negras rurais do Rio Grande do Sul. 12 Colonização européia, campesinato e diferenciação cultural no Vale do Itajaí (SC). 13 Expropriação do campesinato caboclo no Oeste catarinense. 14 Colonos italianos e caboclos.
Volumen 1: apresenta a diversidade sociocultural das configurações camponesas no Brasil e suas
estratégias de reprodução social. Os artigos aqui reunidos aliam discussão teórica à apresentação de um contexto empírico concreto e dados etnográficos. Em Culturas e sociabilidades, parte-se do pressuposto de que não só a reprodução dos fundamentos econômicos é indispensável à existência e reprodução das sociedades. A relação encontrada entre trabalho e festa e o significado da partilha do alimento como
expressão das regras de reciprocidade são alguns dos temas dessa primeira parte, assim como a descrição do trabalho camponês em determinados lugares do Brasil, o universo religioso, retratado com a festa de Nossa Senhora do Rosário, e a “cosmologia cabocla” dos camponeses e pescadores da Amazônia
Oriental, do Pará e da ilha de Marajó. A segunda temática, Identidades e territorialidades, trata de situações que trouxeram renovação ao campo de estudos sobre populaçõe rurais e da criação de novos sujeitos políticos. Esses artigos apresentam as preocupações antropológicas em relação às políticas de construção da identidade e aos processos que não ficam restritos ao aspecto local, mas estão relacionados com movimentos maiores dentro do Estado nacional dados pelos novos ordenamentos jurídicos, onde se encaixa a luta pelos chamados “direitos étnicos”.
Vol. 2: buscam restituir um debate que responda às demandas de vários setores sociais por uma sistematização do conhecimento acerca destas populações. O resultado é um mosaico que revela a diversidade de realidades historicamente construídas a partir de múltiplas formas de apropriação e usos da terra e demais recursos naturais. Na primeira parte, os capítulos mostram como o controle da terra é feito mediante “normas específicas instituídas para além do código legal vigente”, discutem o processo de ocupação camponesa e sua reprodução no sertão matogrossense e destacam as relações sociais estabelecidas entre os que buscam os meios de existência baseados no criatório. A segunda parte aborda as práticas ecológicas, revelando uma percepção moral da relação com a terra e entre os homens, além de apresentar estratégias de reprodução social que se desenvolvem por meio de práticas diferenciadas. Temos ainda questões sobre territorialidade, diversidade, organização social e cultural e algumas especificidades do campesinato da Amazônia.Na terceira parte, somos convidados a pensar acerca das transformações do rural, da diversidade das formas de existência e sobre o conhecimento aí produzido. Os capítulos destacam, entre outros pontos, as tentativas de “reconversão” por meio da migração, o uso de termos lingüísticos para estudar a mobilidade de atores sociais nos contextos rurais e a intervenção de
instituições e organizações políticas que criam e recriam diversas categorias de classificação desses agentes sociais


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