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Gênero e crédito no oeste Potiguar. Uma experiência de inclusão e articulação

Por: Alves, Maria de Fátima Paz.
Colaborador(es): IICA, Brasília, D.F. (Brasil).
Tipo de material: TextoTextoSeries NEAD Estudos v. 13.Editor: Brasília, Brasil MDA 2007Descripción: 64 páginas pdf.Tema(s): crédito AGRICULTURA | crédito | mulher AGRICULTURA | MUJERES | desenvolvimento rural AGRICULTURA | desarrollo rural | género (masculino/feminino) AGRICULTURA | género | estrutura social AGRICULTURA | estructura social | papel da mulher AGRICULTURA | papel de la mujer | BRASIL | MUJERES RURALES | MULHERES RURAISRecursos en línea: por Resumen: A experiência do Grupo de Trabalho de Gênero e Crédito do Oeste Potiguar, que trazemos ao público com grande satisfação, resulta do compromisso em manter público o debate sobre o direito das mulheres ao crédito como instrumento capaz de transformar as desigualdades entre homens e mulheres rurais promovendo a sua autonomia econômica e social. Trata-se de uma experiência inédita no país no momento do surgimento, para organizar trabalhadoras rurais, debater, trocar experiências e, principalmente, articular diversos atores e atrizes sociais em busca do financiamento da produção por meio do Programa Nacional de Fortalecimento à Agricultura Familiar (Pronaf). O cenário deste relato está fortemente marcado por uma organização de cunho feminista de base popular na região e que conta com articulação nacional e internacional pela sua integração à Marcha Mundial das Mulheres e às organizações de economia solidária e feminista, além das redes que se organizam a partir da agroecologia.

A experiência do Grupo de Trabalho de Gênero e Crédito do Oeste Potiguar, que trazemos ao público com grande satisfação, resulta do compromisso em manter público o debate sobre o direito das mulheres ao crédito como instrumento capaz de transformar as desigualdades entre homens e mulheres rurais promovendo a sua autonomia econômica e social. Trata-se de uma experiência inédita no país no momento do surgimento, para organizar trabalhadoras rurais, debater, trocar experiências e, principalmente, articular diversos atores e atrizes sociais em busca do financiamento da produção por meio do Programa Nacional de Fortalecimento à Agricultura Familiar (Pronaf). O cenário deste relato está fortemente marcado por uma organização de cunho feminista de base popular na região e que conta com articulação nacional e internacional pela sua integração à Marcha Mundial das Mulheres e às organizações de economia solidária e feminista, além das redes que se organizam a partir da agroecologia.

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