Cadeia produtiva da agroenergia
Por: Buainain, Antônio Márcio [autor]
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Colaborador(es): Batalha, Mário Otávio
| Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Brasília (Brasil) Secretaria de Política Agrícola (SPA)
| IICA, Brasília, D.F. (Brasil)
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Tipo de material:
ArtículoSeries Agronegócios 3. Editor: Brasilia, Brasil Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura (IICA) 2007Descripción: 110 páginas pdf 28 figuras, 1 mapa, 23 tablas, pdf.ISBN: 978-85-99851-13-5.Tema(s): CADENAS DE VALOR AGRÍCOLAS| Tipo de ítem | Ubicación actual | Colección | Signatura | Copia número | Estado | Fecha de vencimiento | Código de barras |
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Documento impreso
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Biblioteca Conmemorativa Orton | Colección IICA | IICA 333.79 C122 (Navegar estantería) | Disponible | 108210 v.3, c.2 | ||
Documento impreso
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Biblioteca Conmemorativa Orton | Colección IICA | IICA 333.79 C122 (Navegar estantería) | v.3 | Disponible | 108209 | |
Documento digital
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Representação Brasil | Colección IICA | IICA-E20-47 (Navegar estantería) | Disponible | BVE19040046 | ||
Serie
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Sede Central | Colección IICA | IICA-E20-47 (Navegar estantería) | Disponible | BVE3093114342 |
23 tablas, 25 gráficos, 6 cuadros, 1 mapa
Incluye 46 referencias bibliográficas en las páginas 107-109
O objetivo do trabalho é fazer uma análise da competitividade das cadeias de agroenergia encontradas no Brasil diante do cenário doméstico e mundial, apontando os principais determinantes dessa competitividade e os fatores críticos para cada cadeia. A análise destacou, sobretudo, a cadeia do etanol e a do biodiesel. No primeiro caso, porque é um produto com mercado bastante desenvolvido, em funéão da produção e do consumo interno em larga escala, além da ampla inserção do país no comércio internacional. Em relação ao biodiesel, embora com uma produção interna ainda incipiente, trata-se de uma fonte de energia da biomassa com grande potencial de expansão nos próximos anos, tendo em vista a legislação já aprovada no Brasil que autoriza adicionar 2% no óleo de petróleo a partir de 2008 e 5% em 2013. Além disso, as perspectivas de comercializar esses produtos no mercado mundial são promissoras, tendo em vista que em muitos países, onde o mercado já se encontra em estágio bastante desenvolvido, existe previsão de demanda para o uso desses combustíveis


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