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Formas de resistência camponesa Visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Por: Motta, Márcia | IICA, Brasilia (Brasil).
Colaborador(es): Zarth, Paulo [organizador/a] | IICA, Brasília, D.F. (Brasil) | Ministerio do Desenvolvimento Agrario, Brasilia (Brasil).
Tipo de material: TextoTextoSeries Coleção História Social do Campesinato no Brasil.Editor: São Paulo, Brasil Editora UNESP 2008Descripción: Volumen 1: 353 páginas; Volumen 2: 265 páginas pdf.ISBN: 978-85-7139-853-5; 978-85-7139-943-3.Otro título: Volumen 1 Concepções de justiça e resistência nos Brasis | Volumen 2 Concepções de justiça e resistência nas repúblicas do passado (1930-1960).Tema(s): classe camponesa AGRICULTURA | campesinado | imóvel AGRICULTURA | posesión | terra AGRICULTURA | tierra | história AGRICULTURA | historia | condição de trabalho AGRICULTURA | condiciones de trabajo | migração campo cidade AGRICULTURA | migración rural-urbana | Parana AGRICULTURA | Paraná | Goiás AGRICULTURA | Goias | Rio de Janeiro AGRICULTURA | Río de Janeiro | Rio Grande do Sul AGRICULTURA | Río Grande del Sur | Minas Gerais AGRICULTURA | Minas Gerais | BRASILRecursos en línea: por Resumen: Vol 1. O livro desnuda a antigüidade dos conflitos no campo. A documentação é escassa, mas suficiente para evidenciar que as disputas pela terra ou a submissão aos povoadores eram muitas vezes resolvidas pela violência física. Os embates não se resumiam a expulsões, mas incluíam diversos tipos de pagamento dos camponeses em dinheiro ou em espécie. Os estudos reunidos sobre o período colonial e o Império são faces mais visíveis de uma história social do campesinato do século XIX. Revelam as estratégias e as concepções de direitos em uma sociedade marcada pela escravidão. Com o fim desta, coube aos trabalhadores do campo um papel fundamental na construção do mercado interno brasileiro. Há ainda textos sobre os primeiros trinta anos da história republicana. É possível encontrar no período tanto as concepções de justiça dos lavradores como suas manifestações coletivas de rebeldia.Resumen: Vol 2. Apresentamos aos leitores – especialmente aos militantes camponeses, aos interessados e aos estudiosos da questão camponesa no Brasil – uma obra que é o resultado de um fantástico esforço intelectual e coletivo. A elaboração da História Social do Campesinato no Brasil envolveu grande número de estudiosos e pesquisadores dos mais variados pontos do país, num esforço conjunto, planejado e articulado, que resulta agora na publicação de dez volumes retratando parte da história, resistências, lutas, expressões, diversidades, utopias, teorias explicativas, enfi m, as várias faces e a trajetória histórica do campesinato brasileiro. A idéia de organizar uma História Social do Campesinato no Brasil afl orou no fi m de 2003, durante os estudos e os debates para a elaboração de estratégias de desenvolvimento do campesinato no Brasil que vinham sendo realizados desde meados desse ano por iniciativa do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), com envolvimento, em seguida, da Via Campesina Brasil, composta, além de pelo próprio MPA, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pelo Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), pelo Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), pela Pastoral da Juventude Rural (PJR), pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (Feab).
Tipo de ítem Ubicación actual Colección Signatura Estado Fecha de vencimiento Código de barras
Documento digital Documento digital Representação Brasil
Colección IICA IICA E50 (Navegar estantería) Disponible CDBR17069086
Documento impreso Documento impreso Sede Central
Colección IICA IICA-E50 917 (Navegar estantería) Disponible BVE3003513560
Documento impreso Documento impreso Sede Central
Estantería
Colección IICA IICA E50-984 v.1/ v. 2 (Navegar estantería) Disponible BVE3122400009123

História social do campesinato brasileiro. Composto por dois volumes.

Vol. I Concepções de justiça e resistência nos Brasis

Vol. II Concepções de justiça e resistência nas repúblicas do passado (1930-1960)

Vol 1. O livro desnuda a antigüidade dos conflitos no campo. A documentação é escassa, mas suficiente para evidenciar que as disputas pela terra ou a submissão aos povoadores eram muitas vezes resolvidas pela violência física. Os embates não se resumiam a expulsões, mas incluíam diversos tipos de pagamento dos camponeses em dinheiro ou em espécie. Os estudos reunidos sobre o período colonial e o Império são faces mais visíveis de uma história social do campesinato do século XIX. Revelam as estratégias e as concepções de direitos em uma sociedade marcada pela escravidão. Com o fim desta, coube aos trabalhadores do campo um papel fundamental na construção do mercado interno brasileiro. Há ainda textos sobre os primeiros trinta anos da história republicana. É possível encontrar no período tanto as concepções de justiça dos lavradores como suas manifestações coletivas de rebeldia.

Vol 2. Apresentamos aos leitores – especialmente aos militantes camponeses, aos interessados e aos estudiosos da questão camponesa no Brasil – uma obra que é o resultado de um fantástico esforço intelectual e coletivo. A elaboração da História Social do Campesinato no Brasil envolveu grande número de estudiosos e pesquisadores dos mais variados pontos do país, num esforço conjunto, planejado e articulado, que resulta agora na publicação de dez volumes retratando parte da história, resistências, lutas, expressões, diversidades, utopias, teorias explicativas, enfi m, as várias faces e a trajetória histórica do campesinato brasileiro. A idéia de organizar uma História Social do Campesinato no Brasil afl orou no fi m de 2003, durante os estudos e os debates para a elaboração de estratégias de desenvolvimento do campesinato no Brasil que vinham sendo realizados desde meados desse ano por iniciativa do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), com envolvimento, em seguida, da Via Campesina Brasil, composta, além de pelo próprio MPA, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pelo Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), pelo Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), pela Pastoral da Juventude Rural (PJR), pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (Feab).

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