Formas de resistência camponesa Visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história
Por: Motta, Márcia
| IICA, Brasilia (Brasil)
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Colaborador(es): Zarth, Paulo [organizador/a]
| IICA, Brasília, D.F. (Brasil)
| Ministerio do Desenvolvimento Agrario, Brasilia (Brasil).
Tipo de material:
TextoSeries Coleção História Social do Campesinato no Brasil.Editor: São Paulo, Brasil Editora UNESP 2008Descripción: Volumen 1: 353 páginas; Volumen 2: 265 páginas pdf.ISBN: 978-85-7139-853-5; 978-85-7139-943-3.Otro título: Volumen 1 Concepções de justiça e resistência nos Brasis | Volumen 2 Concepções de justiça e resistência nas repúblicas do passado (1930-1960).Tema(s): classe camponesa AGRICULTURA| Tipo de ítem | Ubicación actual | Colección | Signatura | Estado | Fecha de vencimiento | Código de barras |
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Documento digital
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Representação Brasil | Colección IICA | IICA E50 (Navegar estantería) | Disponible | CDBR17069086 | |
Documento impreso
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Sede Central | Colección IICA | IICA-E50 917 (Navegar estantería) | Disponible | BVE3003513560 | |
Documento impreso
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Sede Central Estantería | Colección IICA | IICA E50-984 v.1/ v. 2 (Navegar estantería) | Disponible | BVE3122400009123 |
Navegando Sede Central Estantes , Ubicación: Estantería , Código de colección: Colección IICA Cerrar el navegador de estanterías
| IICA E50-981 Avaliação de impacto do projeto cédula da terra | IICA E50-982 Programa cadastro de terras e regularização fundiária no Brasil | IICA E50-983 v. 1/v. 2 Processos de constituição e reprodução do campesinato no Brasil | IICA E50-984 v.1/ v. 2 Formas de resistência camponesa | IICA E50-987 Gestão social dos territórios | IICA E50-992 Lutas camponesas contemporâneas: | IICA E51 25 Mujeres en la agricultura |
História social do campesinato brasileiro. Composto por dois volumes.
Vol. I Concepções de justiça e resistência nos Brasis
Vol. II Concepções de justiça e resistência nas repúblicas do passado (1930-1960)
Vol 1. O livro desnuda a antigüidade dos conflitos no campo. A documentação é escassa, mas suficiente para evidenciar que as disputas pela terra ou a submissão aos povoadores eram muitas vezes resolvidas pela violência física. Os embates não se resumiam a expulsões, mas incluíam diversos tipos de pagamento dos camponeses em dinheiro ou em espécie. Os estudos reunidos sobre o período colonial e o Império são faces mais visíveis de uma história social do campesinato do século XIX. Revelam as estratégias e as concepções de direitos em uma sociedade marcada pela escravidão. Com o fim desta, coube aos trabalhadores do campo um papel fundamental na construção do mercado interno brasileiro. Há ainda textos sobre os primeiros trinta anos da história republicana. É possível encontrar no período tanto as concepções de justiça dos lavradores como suas manifestações coletivas de rebeldia.
Vol 2. Apresentamos aos leitores – especialmente aos militantes camponeses, aos interessados e aos estudiosos da questão camponesa no Brasil – uma obra que é o resultado de um fantástico esforço intelectual e coletivo. A elaboração da História Social do Campesinato no Brasil envolveu grande número de estudiosos e pesquisadores dos mais variados pontos do país, num esforço conjunto, planejado e articulado, que resulta agora na publicação de dez volumes retratando parte da história, resistências, lutas, expressões, diversidades, utopias, teorias explicativas, enfi m, as várias faces e a trajetória histórica do campesinato brasileiro. A idéia de organizar uma História Social do Campesinato no Brasil afl orou no fi m de 2003, durante os estudos e os debates para a elaboração de estratégias de desenvolvimento do campesinato no Brasil que vinham sendo realizados desde meados desse ano por iniciativa do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), com envolvimento, em seguida, da Via Campesina Brasil, composta, além de pelo próprio MPA, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pelo Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), pelo Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), pela Pastoral da Juventude Rural (PJR), pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (Feab).


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