Processos de constituição e reprodução do campesinato no Brasil
Por: Pessanha Neves, Delma [organizadora]
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Colaborador(es): Moraes e Silva, Maria Aparecida de [organizadora]
| IICA, Brasília, D.F. (Brasil)
| Ministerio do Desenvolvimento Agrario (MDA) Brasilia, Brasil
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Tipo de material:
TextoSeries Coleção História Social do Campesinato no Brasil.Editor: São Paulo, Brasil UNESP NEAD 2008Descripción: v. 1: 273 páginas / v. 2: 329 páginas pdf.ISBN: 978-85-7139-854-2; 978-85-7139-896-2; 978-85-7139-896-2; 978-85-6054-843-9 .Otro título: Volumen 1. Formas tuteladas de condição camponesa | Volumen 2. Formas dirigidas de constituição do campesinato.Tema(s): classe camponesa AGRICULTURA| Tipo de ítem | Ubicación actual | Colección | Signatura | Estado | Fecha de vencimiento | Código de barras |
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Documento digital
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Representação Brasil | Colección IICA | IICA E50-983 Vol. 1/ Vol. 2 (Navegar estantería) | Disponible | CDBR17079114 | |
Documento impreso
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Sede Central Estantería | Colección IICA | IICA E50-983 v. 1/v. 2 (Navegar estantería) | Disponible | BVE3122300008958 |
Disponibles los volúmenes 1 y 2
Volumen 1. Formas tuteladas de condição camponesa
Volumen 2. Formas dirigidas de constituição do campesinato
Vol. 1: Esta coletânea enfatiza a importância do trabalho familiar, destacando seus princípios de organização e valores. Os textos contribuem para o reconhecimento e a caracterização de formas de imobilização da força de trabalho que, na vigência da estratégia de dominação instituída na plantation ou no sistema de fazendas agroextrativistas e exportadoras, levam à reprodução de tuteladas condições camponesas de existência. A obra estuda como o campesinato é constituído pela incessante busca de correspondência entre duas forças: o desejo familiar, calcado no imaginário coletivo que celebra o porvir de sociedades ou modos de vida mais justos, e o éthos do trabalhador, que legitima o intenso esforço despendido, mesmo que, muitas vezes, transfira para o céu a recompensa que nem sempre na terra foi reconhecida e respeitada.
Vol. 2: Em complementaridade às reflexões quanto aos processos de constituição e reprodução do campesinato no Brasil, apresentadas no volume I e incidentes sobre formas tuteladas, neste volume II analisamos formas dirigidas de constituição de segmentos camponeses, isto é, correspondentes a processos de criação de condições para a ocupação populacional do território brasileiro, para a expansão de fronteiras produtivas e para objetivações da presença institucional do Estado. Reafirmamos, assim, a diversidade de situações sociais e históricas em que se expressa a organização produtiva de famílias sob o reconhecimento de formas camponesas, analisando casos de imigração de europeus e de concorrência e reconhecimento social de trabalhadores nacionais, abarcando, para este último caso, não só as colônias constituídas no bojo da Marcha para o Oeste, como também o conseqüente padrão de formação do patrimônio residencial e produtivo pela posse de lotes em terras devolutas ou, conforme representação dos posseiros, “sem dono”.


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