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Exigências do mercado e impactos na pesquisa e relações institucionais El cambio global y el desarrollo tecnológico agropecuario y agroindustrial del Cono Sur: implicancias para los INIAs y el PROCISUR

Por: Rae, R.P | IICA, Montevideo (Uruguay). Programa Cooperativo para el Desarrollo Tecnológico Agropecuario del Cono Sur - PROCISUR | Foro Estratégico el Cambio Global y el Desarrollo Tecnológico Agropecuario y Agroindustrial del Cono Sur: Implicancias para los INIA's y el PROCISUR Solís, Maldonado (Uruguay) 18-19Nov 1996.
Tipo de material: ArtículoArtículoEditor: Montevideo (Uruguay) 1996Descripción: p. 39-42.Tema(s): BRASIL | MERCADEO | TRIGO | BRAZIL | MARKETING | WHEATS | BRESIL | COMMERCIALISATION | BLEResumen: É nessa experiência que fundamentamos a presentação no Foro, ou seja, o ponto de vista da empresa privada ao focalizar atuação das entidades de pesquisa, dentro do segmento da triticultura brasileira. A comercialização do trigo em grão, no Brasil, esteve sujeita a um regime de monopólio estatal entre 1962 e 1990. O governo, através do Banco do Brasil, era o único comprador do trigo, nacional ou importado, e o distribuía aos moinhos em um sistema de cotas. Como comprador, o governo classificava o trigo em tipo único, no podrão limpo, seco e são, estabelecendo limites, frouxos, para impurezas, matérias estranhas, grãos danificados, umidade, etc. A qualidade do grão era medida a partir de peso hectolítrico, com ágio ou deságio, acima ou abaixo de 78 Kg/hl. Não existia qualquer requisito de qualidade industrial, ou seja, relativo ao desempenho ou as caracteristicas reológicas das farinhas.
Tipo de ítem Ubicación actual Colección Signatura Estado Fecha de vencimiento Código de barras
Analítica Analítica Sede Central
Colección IICA IICA E14-146 (Navegar estantería) Disponible BVE25258009943

É nessa experiência que fundamentamos a presentação no Foro, ou seja, o ponto de vista da empresa privada ao focalizar atuação das entidades de pesquisa, dentro do segmento da triticultura brasileira. A comercialização do trigo em grão, no Brasil, esteve sujeita a um regime de monopólio estatal entre 1962 e 1990. O governo, através do Banco do Brasil, era o único comprador do trigo, nacional ou importado, e o distribuía aos moinhos em um sistema de cotas. Como comprador, o governo classificava o trigo em tipo único, no podrão limpo, seco e são, estabelecendo limites, frouxos, para impurezas, matérias estranhas, grãos danificados, umidade, etc. A qualidade do grão era medida a partir de peso hectolítrico, com ágio ou deságio, acima ou abaixo de 78 Kg/hl. Não existia qualquer requisito de qualidade industrial, ou seja, relativo ao desempenho ou as caracteristicas reológicas das farinhas.

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