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A amazonia e os objetivos do milenio

Por: Celentano, D | Veríssimo, A | Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazonia, Belém (Brasil).
Series O Estado da Amazonia: indicadores (Brasil); no. 1. Editor: Belém, PA (Brasil): Imazon, 2007Descripción: 47 páginas: 21 figuras, 9 tablas.ISBN: 978-85-86212-18-5.Tema(s): MEDIO AMBIENTE | SOSTENIBILIDAD | INDICADORES SOCIALES | POBREZA | GENERO | SALUD PUBLICA | MORTALIDAD | ESTADISTICAS VITALES | CAMBIO CLIMÁTICO | EFECTO INVERNADERO | AMAZONIA | ENVIRONMENT | SUSTAINABILITY | SOCIAL INDICATORS | POVERTY | GENDER | PUBLIC HEALTH | MORTALITY | VITAL STATISTICS | CLIMATIC CHANGE | GREENHOUSE EFFECT | AMAZONIA -- BrasilRecursos en línea: por Resumen: Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU propõem metas e indicadores para medir e orientar a melhoria nas condições socioeconômicas (pobreza, educação, saúde, desigualdade entre os gêneros, mortalidade infantil e materna) e ambientais nas regiões pobres e em desenvolvimento do mundo. Neste O Estado da Amazônia, avaliamos a evolução desses objetivos no contexto da Amazônia Legal. Para isso, usamos 17 indicadores para medir o progresso da região em relação às metas propostas para 2015. Na Amazônia houve progressos no que se refere a maioria dos indicadores analisados se comparamos a sua situação em 2005 a do ano de 1990. Entretanto, em geral, essa melhoria ainda é insatisfatória e a região está abaixo da média nacional. A situação da região é crítica no caso da pobreza, da incidência da malária, da mortalidade materna e do acesso a população a saneamento básico. Além disso, dois indicadores pioraram entre 1990 e 2005: área desmatada e caso de Aids. Os avanços foram tímidos na busca da igualdade entre os gêneros. Ainda persiste uma baixa participação das mulheres na política e no mercado de trabalho. Além disso, os salários das mulheres continuam inferiores aos dos homens. Por outro lado, o acesso à educação aumentou (embora melhorar a qualidade seja um desafio), não há desigualdade entre os sexos no acesso à escola e houve queda na mortalidade infantil. Além disso, houve avanço considerável na criação de Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação), que passou de 8,5%, em 1990, para 42% em 2006. Entre as dez metas avaliadas neste estudo, apenas uma foi atingida na Amazônia (eliminação da disparidade entre os sexos no acesso à educação). Se o ritmo lento de melhoria for mantido, somente duas outras metas poderão ser atingidas até 2015, como proposto pela ONU: a garantia no acesso à educação e a redução da mortalidade infantil.
Tipo de ítem Ubicación actual Colección Signatura Estado Fecha de vencimiento Código de barras
Documento digital Documento digital Biblioteca Conmemorativa Orton
Colección general 338.9811 C149a (Navegar estantería) Disponible BCO20128381
Documento impreso Documento impreso Biblioteca Conmemorativa Orton
Colección general 338.9811 C149a (Navegar estantería) Disponible 86943

Incluye 60 referencias bibliográficas en las páginas 43-45

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU propõem metas e indicadores para medir e orientar a melhoria nas condições socioeconômicas (pobreza, educação, saúde, desigualdade entre os gêneros, mortalidade infantil e materna) e ambientais nas regiões pobres e em desenvolvimento do mundo. Neste O Estado da Amazônia, avaliamos a evolução desses objetivos no contexto da Amazônia Legal. Para isso, usamos 17 indicadores para medir o progresso da região em relação às metas propostas para 2015. Na Amazônia houve progressos no que se refere a maioria dos indicadores analisados se comparamos a sua situação em 2005 a do ano de 1990. Entretanto, em geral, essa melhoria ainda é insatisfatória e a região está abaixo da média nacional. A situação da região é crítica no caso da pobreza, da incidência da malária, da mortalidade materna e do acesso a população a saneamento básico. Além disso, dois indicadores pioraram entre 1990 e 2005: área desmatada e caso de Aids. Os avanços foram tímidos na busca da igualdade entre os gêneros. Ainda persiste uma baixa participação das mulheres na política e no mercado de trabalho. Além disso, os salários das mulheres continuam inferiores aos dos homens. Por outro lado, o acesso à educação aumentou (embora melhorar a qualidade seja um desafio), não há desigualdade entre os sexos no acesso à escola e houve queda na mortalidade infantil. Além disso, houve avanço considerável na criação de Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação), que passou de 8,5%, em 1990, para 42% em 2006. Entre as dez metas avaliadas neste estudo, apenas uma foi atingida na Amazônia (eliminação da disparidade entre os sexos no acesso à educação). Se o ritmo lento de melhoria for mantido, somente duas outras metas poderão ser atingidas até 2015, como proposto pela ONU: a garantia no acesso à educação e a redução da mortalidade infantil.

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