A amazonia e os objetivos do milenio
Por: Celentano, D
| Veríssimo, A
| Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazonia, Belém (Brasil)
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Series O Estado da Amazonia: indicadores (Brasil); no. 1. Editor: Belém, PA (Brasil): Imazon, 2007Descripción: 47 páginas: 21 figuras, 9 tablas.ISBN: 978-85-86212-18-5.Tema(s): MEDIO AMBIENTE| Tipo de ítem | Ubicación actual | Colección | Signatura | Estado | Fecha de vencimiento | Código de barras |
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Documento digital
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Biblioteca Conmemorativa Orton | Colección general | 338.9811 C149a (Navegar estantería) | Disponible | BCO20128381 | |
Documento impreso
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Biblioteca Conmemorativa Orton | Colección general | 338.9811 C149a (Navegar estantería) | Disponible | 86943 |
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| 338.9 V393 Las nuevas fuerzas del desarrollo | 338.9097286 I39 Indice de competitividad cantonal | 338.91091 F233 Farmers' crop varieties and farmers' rights | 338.9811 C149a A amazonia e os objetivos do milenio | 338.9811 C149a A amazonia e os objetivos do milenio | 338.1 A278a Agriculture and the environment: perspectives on sustainable rural development | 338.1 A278a Agriculture and the environment: perspectives on sustainable rural development |
Incluye 60 referencias bibliográficas en las páginas 43-45
Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela ONU propõem metas e indicadores para medir e orientar a melhoria nas condições socioeconômicas (pobreza, educação, saúde, desigualdade entre os gêneros, mortalidade infantil e materna) e ambientais nas regiões pobres e em desenvolvimento do mundo. Neste O Estado da Amazônia, avaliamos a evolução desses objetivos no contexto da Amazônia Legal. Para isso, usamos 17 indicadores para medir o progresso da região em relação às metas propostas para 2015. Na Amazônia houve progressos no que se refere a maioria dos indicadores analisados se comparamos a sua situação em 2005 a do ano de 1990. Entretanto, em geral, essa melhoria ainda é insatisfatória e a região está abaixo da média nacional. A situação da região é crítica no caso da pobreza, da incidência da malária, da mortalidade materna e do acesso a população a saneamento básico. Além disso, dois indicadores pioraram entre 1990 e 2005: área desmatada e caso de Aids. Os avanços foram tímidos na busca da igualdade entre os gêneros. Ainda persiste uma baixa participação das mulheres na política e no mercado de trabalho. Além disso, os salários das mulheres continuam inferiores aos dos homens. Por outro lado, o acesso à educação aumentou (embora melhorar a qualidade seja um desafio), não há desigualdade entre os sexos no acesso à escola e houve queda na mortalidade infantil. Além disso, houve avanço considerável na criação de Áreas Protegidas (Terras Indígenas e Unidades de Conservação), que passou de 8,5%, em 1990, para 42% em 2006. Entre as dez metas avaliadas neste estudo, apenas uma foi atingida na Amazônia (eliminação da disparidade entre os sexos no acesso à educação). Se o ritmo lento de melhoria for mantido, somente duas outras metas poderão ser atingidas até 2015, como proposto pela ONU: a garantia no acesso à educação e a redução da mortalidade infantil.


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