Welch, Clifford Andrew
Camponeses brasileiros. Leituras e interpretações clássicas - Sao Paulo, Brasil Editora UNESP NEAD 2009 - Volumen 1: 336 páginas pdf - Coleção História Social do Campesinato no Brasil .
Sumário: I O debate nos anos 1960. 1 Formação da pequena propiedade: intrusos e posseiros. 2 Uma categoria rural esquecida (1963). 3 As tentativas de organização das massas rurais-As ligas camponesas e a sindicalização dos trabalhadores do campo (1963). II Olhares teóricos. 4 O conceito de camponês e sua aplicação á análise do meio rural brasileiro (1969). 5 A brecha camponesa no sistema escravista (1979). 6 A questão da agricultura de subsistência (1981). 7 A utopia camponesa (1986). 8 Campesinato e escravidão: uma proposta de periodização para a história dos cultivadores pobres livres no Nordeste oriental do Brasil: 1700-1875 (1987). III Modos de vida e reprodução. 9 O campânio marginal no Brasil rural (1957). 10 As formas de solidaridade (1964). 11 Casa e trabalho: nota sobre as relações sociais na plantation tradicional (1977). 12 Migração, familía e campesinato (1990). IV Lutas camponesas. 13 O levante dos colonos contra seus opressores (1858). 14 Que são as Ligas Camponesas? (1962). Vol. 1: Este volume da Coletânea História Social do Campesinato tem como objetivo apresentar alguns dos autores que, no Brasil, produziram obras relevantes sobre o camponês. A primeira parte inclui aqueles textos cujos autores estavam envolvidos no debate político, nos anos 1950 e 1960, sobre a natureza da sociedade brasileira e as perspectivas para o seu futuro. A segunda parte, inclui cinco textos. Eles têm em comum o esforço de compreensão teórica do campesinato, por meio da construção de conceitos e de categorias analíticas para explicar as particularidades desse ator social na sociedade brasileira, constituído, como já foi dito, nos limites da escravidão e da concentração fundiária. A terceira parte reúne autores de importância teórica comparável à dos reunidos na segunda parte, com a particularidade de que suas pesquisas e suas construções conceituais enfocavam situações concretas distintas de reprodução do campesinato brasileiro. Finalmente, integram a quarta parte deste livro duas contribuições de atores sociais envolvidos nas lutas, em momentos distintos, que, assim, aparecem como líderes e dão voz aos camponeses.
978-85-7139-954-9 Editora UNESP 978-85-60548-51-4 NEAD
AGRICULTURA
campesinado
AGRICULTURA
conducta cultural
AGRICULTURA
zonas rurales
AGRICULTURA
sociología rural
AGRICULTURA
organización socioeconómica
AGRICULTURA
sindicatos
AGRICULTURA
condiciones de trabajo
BRASIL
Camponeses brasileiros. Leituras e interpretações clássicas - Sao Paulo, Brasil Editora UNESP NEAD 2009 - Volumen 1: 336 páginas pdf - Coleção História Social do Campesinato no Brasil .
Sumário: I O debate nos anos 1960. 1 Formação da pequena propiedade: intrusos e posseiros. 2 Uma categoria rural esquecida (1963). 3 As tentativas de organização das massas rurais-As ligas camponesas e a sindicalização dos trabalhadores do campo (1963). II Olhares teóricos. 4 O conceito de camponês e sua aplicação á análise do meio rural brasileiro (1969). 5 A brecha camponesa no sistema escravista (1979). 6 A questão da agricultura de subsistência (1981). 7 A utopia camponesa (1986). 8 Campesinato e escravidão: uma proposta de periodização para a história dos cultivadores pobres livres no Nordeste oriental do Brasil: 1700-1875 (1987). III Modos de vida e reprodução. 9 O campânio marginal no Brasil rural (1957). 10 As formas de solidaridade (1964). 11 Casa e trabalho: nota sobre as relações sociais na plantation tradicional (1977). 12 Migração, familía e campesinato (1990). IV Lutas camponesas. 13 O levante dos colonos contra seus opressores (1858). 14 Que são as Ligas Camponesas? (1962). Vol. 1: Este volume da Coletânea História Social do Campesinato tem como objetivo apresentar alguns dos autores que, no Brasil, produziram obras relevantes sobre o camponês. A primeira parte inclui aqueles textos cujos autores estavam envolvidos no debate político, nos anos 1950 e 1960, sobre a natureza da sociedade brasileira e as perspectivas para o seu futuro. A segunda parte, inclui cinco textos. Eles têm em comum o esforço de compreensão teórica do campesinato, por meio da construção de conceitos e de categorias analíticas para explicar as particularidades desse ator social na sociedade brasileira, constituído, como já foi dito, nos limites da escravidão e da concentração fundiária. A terceira parte reúne autores de importância teórica comparável à dos reunidos na segunda parte, com a particularidade de que suas pesquisas e suas construções conceituais enfocavam situações concretas distintas de reprodução do campesinato brasileiro. Finalmente, integram a quarta parte deste livro duas contribuições de atores sociais envolvidos nas lutas, em momentos distintos, que, assim, aparecem como líderes e dão voz aos camponeses.
978-85-7139-954-9 Editora UNESP 978-85-60548-51-4 NEAD
AGRICULTURA
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