Pietrafesa de Godoy, Emilia
Diversidade do campesinato Expressões e categorias - Sao Paulo, Brasil Editora UNESP NEAD 2009 - Volumen 1 337 p.; Volumen 2 331 p. pdf - Coleção História Social do Campesinato no Brasil .
La Biblioteca posee el v.1 ê Construções identitárias e sociabilidades, y el v. 2 Estratégias de reprodução social
Sumário: I Cultura e sociabilidades. 1 O trabalho como festa: algumas imagens e palavras sobre o trabalho compânes acompanhado de canto e festa. 2 Patativa do Assaré: eu canto o sertão que é meu. 3 Um mundo encantado: memória e oralidade no sertão do Seridó. 4 Catolicismo, religiosidade e cultura popular entre pescadores e camponeses na Amazânia Oriental. 5 A festa de Nossa Senhora do Rosário: identidades construídas, identidades em construção. 6 Doce dádiva: a Festa do Chouriço. 7 Agricultores de origem alemã: trabalho e vida. II Identidades e territorialidades. 8 Metamorfoses de um campesinato nos Baixo Amazonas e Baixo Xingu paraenses. 9 Quilombolas na ilha de Marajó: território e organização política. 10 Condição camponesa e novas identidades entre remanescentes de quilombos no Vale do Ribeira de Iguape. 11 O acamponesamento como sinânimo de aquilombamento: o amálgama entre resistência racial e resistência camponesa em comunidades negras rurais do Rio Grande do Sul. 12 Colonização européia, campesinato e diferenciação cultural no Vale do Itajaí (SC). 13 Expropriação do campesinato caboclo no Oeste catarinense. 14 Colonos italianos e caboclos. Volumen 1: apresenta a diversidade sociocultural das configurações camponesas no Brasil e suas
estratégias de reprodução social. Os artigos aqui reunidos aliam discussão teórica à apresentação de um contexto empírico concreto e dados etnográficos. Em Culturas e sociabilidades, parte-se do pressuposto de que não só a reprodução dos fundamentos econômicos é indispensável à existência e reprodução das sociedades. A relação encontrada entre trabalho e festa e o significado da partilha do alimento como
expressão das regras de reciprocidade são alguns dos temas dessa primeira parte, assim como a descrição do trabalho camponês em determinados lugares do Brasil, o universo religioso, retratado com a festa de Nossa Senhora do Rosário, e a “cosmologia cabocla” dos camponeses e pescadores da Amazônia
Oriental, do Pará e da ilha de Marajó. A segunda temática, Identidades e territorialidades, trata de situações que trouxeram renovação ao campo de estudos sobre populaçõe rurais e da criação de novos sujeitos políticos. Esses artigos apresentam as preocupações antropológicas em relação às políticas de construção da identidade e aos processos que não ficam restritos ao aspecto local, mas estão relacionados com movimentos maiores dentro do Estado nacional dados pelos novos ordenamentos jurídicos, onde se encaixa a luta pelos chamados “direitos étnicos”. Vol. 2: buscam restituir um debate que responda às demandas de vários setores sociais por uma sistematização do conhecimento acerca destas populações. O resultado é um mosaico que revela a diversidade de realidades historicamente construídas a partir de múltiplas formas de apropriação e usos da terra e demais recursos naturais. Na primeira parte, os capítulos mostram como o controle da terra é feito mediante “normas específicas instituídas para além do código legal vigente”, discutem o processo de ocupação camponesa e sua reprodução no sertão matogrossense e destacam as relações sociais estabelecidas entre os que buscam os meios de existência baseados no criatório. A segunda parte aborda as práticas ecológicas, revelando uma percepção moral da relação com a terra e entre os homens, além de apresentar estratégias de reprodução social que se desenvolvem por meio de práticas diferenciadas. Temos ainda questões sobre territorialidade, diversidade, organização social e cultural e algumas especificidades do campesinato da Amazônia.Na terceira parte, somos convidados a pensar acerca das transformações do rural, da diversidade das formas de existência e sobre o conhecimento aí produzido. Os capítulos destacam, entre outros pontos, as tentativas de “reconversão” por meio da migração, o uso de termos lingüísticos para estudar a mobilidade de atores sociais nos contextos rurais e a intervenção de
instituições e organizações políticas que criam e recriam diversas categorias de classificação desses agentes sociais
978-85-7139-955-6 978-85-7139-968-6
AGRICULTURA
campesinado
AGRICULTURA
sociología rural
AGRICULTURA
historia
AGRICULTURA
organización socioeconómica
AGRICULTURA
religión
AGRICULTURA
condiciones sociales
AGRICULTURA
condiciones de trabajo
AGRICULTURA
grupos étnicos
AGRICULTURA
Río Grande del Sur
BRASIL
Diversidade do campesinato Expressões e categorias - Sao Paulo, Brasil Editora UNESP NEAD 2009 - Volumen 1 337 p.; Volumen 2 331 p. pdf - Coleção História Social do Campesinato no Brasil .
La Biblioteca posee el v.1 ê Construções identitárias e sociabilidades, y el v. 2 Estratégias de reprodução social
Sumário: I Cultura e sociabilidades. 1 O trabalho como festa: algumas imagens e palavras sobre o trabalho compânes acompanhado de canto e festa. 2 Patativa do Assaré: eu canto o sertão que é meu. 3 Um mundo encantado: memória e oralidade no sertão do Seridó. 4 Catolicismo, religiosidade e cultura popular entre pescadores e camponeses na Amazânia Oriental. 5 A festa de Nossa Senhora do Rosário: identidades construídas, identidades em construção. 6 Doce dádiva: a Festa do Chouriço. 7 Agricultores de origem alemã: trabalho e vida. II Identidades e territorialidades. 8 Metamorfoses de um campesinato nos Baixo Amazonas e Baixo Xingu paraenses. 9 Quilombolas na ilha de Marajó: território e organização política. 10 Condição camponesa e novas identidades entre remanescentes de quilombos no Vale do Ribeira de Iguape. 11 O acamponesamento como sinânimo de aquilombamento: o amálgama entre resistência racial e resistência camponesa em comunidades negras rurais do Rio Grande do Sul. 12 Colonização européia, campesinato e diferenciação cultural no Vale do Itajaí (SC). 13 Expropriação do campesinato caboclo no Oeste catarinense. 14 Colonos italianos e caboclos. Volumen 1: apresenta a diversidade sociocultural das configurações camponesas no Brasil e suas
estratégias de reprodução social. Os artigos aqui reunidos aliam discussão teórica à apresentação de um contexto empírico concreto e dados etnográficos. Em Culturas e sociabilidades, parte-se do pressuposto de que não só a reprodução dos fundamentos econômicos é indispensável à existência e reprodução das sociedades. A relação encontrada entre trabalho e festa e o significado da partilha do alimento como
expressão das regras de reciprocidade são alguns dos temas dessa primeira parte, assim como a descrição do trabalho camponês em determinados lugares do Brasil, o universo religioso, retratado com a festa de Nossa Senhora do Rosário, e a “cosmologia cabocla” dos camponeses e pescadores da Amazônia
Oriental, do Pará e da ilha de Marajó. A segunda temática, Identidades e territorialidades, trata de situações que trouxeram renovação ao campo de estudos sobre populaçõe rurais e da criação de novos sujeitos políticos. Esses artigos apresentam as preocupações antropológicas em relação às políticas de construção da identidade e aos processos que não ficam restritos ao aspecto local, mas estão relacionados com movimentos maiores dentro do Estado nacional dados pelos novos ordenamentos jurídicos, onde se encaixa a luta pelos chamados “direitos étnicos”. Vol. 2: buscam restituir um debate que responda às demandas de vários setores sociais por uma sistematização do conhecimento acerca destas populações. O resultado é um mosaico que revela a diversidade de realidades historicamente construídas a partir de múltiplas formas de apropriação e usos da terra e demais recursos naturais. Na primeira parte, os capítulos mostram como o controle da terra é feito mediante “normas específicas instituídas para além do código legal vigente”, discutem o processo de ocupação camponesa e sua reprodução no sertão matogrossense e destacam as relações sociais estabelecidas entre os que buscam os meios de existência baseados no criatório. A segunda parte aborda as práticas ecológicas, revelando uma percepção moral da relação com a terra e entre os homens, além de apresentar estratégias de reprodução social que se desenvolvem por meio de práticas diferenciadas. Temos ainda questões sobre territorialidade, diversidade, organização social e cultural e algumas especificidades do campesinato da Amazônia.Na terceira parte, somos convidados a pensar acerca das transformações do rural, da diversidade das formas de existência e sobre o conhecimento aí produzido. Os capítulos destacam, entre outros pontos, as tentativas de “reconversão” por meio da migração, o uso de termos lingüísticos para estudar a mobilidade de atores sociais nos contextos rurais e a intervenção de
instituições e organizações políticas que criam e recriam diversas categorias de classificação desses agentes sociais
978-85-7139-955-6 978-85-7139-968-6
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